quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Amores loucos e Elke Maravilha


Louco de amor. Assim definiria o homem que pegou a ex-namorada como refém e ameaça matá-la. Amor? Que nada. Posse. Não sabem nada da vida. Parece até que só haverá um único amor na vida, e que, perdido esse, nada mais tem sentido. Loucura. Tem tanta gente solteira por aí. Gente legal. Homem, mulher, jacaré. O amor verdadeiro mesmo, aquele que dói lá dentro, tudo aceita. Mesmo não sendo correspondido, aceita e ama em silêncio. Tem gente que aceita esse amor e vive, secretamente, a vida toda para ele. É o mesmo que trancar-se e jogar a chave fora. Cada um escolhe viver como acha melhor. Sábado pude apreciar um pouco a história da russa mais brasileira que já vi: Elke Grunup, a Maravilha. Ao acaso, fui assitir o show dela, onde entre cantos e contos de vida, pude admirar uma mulher de 63 anos, há 2 metros de distância, fazer uma celebração da arte de viver. Surpreendente ouvir a história de seus pais, fugidos do comunismo. Das histórias de seus oito amores e da convivência pacífica com o último, com quem ainda divide o teto. E no fim, sem bis, ela disse que queria abraçar o público, e me abraça, dizendo no meu ouvido: obrigado por você ter vindo. Fiquei surpreendido. Parado, estático, ela me abraçando. Por fim, abracei aquela senhora com uma peruca de pérolas e agradeci o show. Fui pra casa pensando nesse encontro inusitado. Maravilha.

4 comentários:

Fernando disse...

A palavra amor pode ter múltiplos significados como, afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. No conceito popular envolve, de modo geral, a formação de um vinculo emocional com alguém, que seja capaz de receber este comportamento e alimentar as estimulações psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.
Amor é aquela sensação de bem estar quando estamos com a pessoa a quem queremos mais do que bem. A sensação de queremos contar e saber tudo, de bom ou de ruim, que acontece no dia a dia. De nos sentir importantes em poder ajudar, colaborar e ou participar nos pequenos, ou grandes, momentos da vida da pessoa amada, mesmo as vezes em que não somos correspondidos. Amor é o dom de querer ver a pessoa amada na mais sublime felicidade, mesmo que isso possa nos fazer sofrer. É desejar em dobro para o outro tudo aquilo que desejamos para nós sem exigir nada em troca. É celebrar cada conquista e apoiar, motivar a cada tentativa. É aceitar os defeitos podendo com ele tirar lições para o aprendizado da vida. Enfim. O amor é um estado de espírito em que mesmo que não possamos mais ver a pessoa amada podemos cultivar a lembrança daquilo que um dia já foi “prá lá” de muito bom.

Bad_Cylon_Boy disse...

Fiquei arrepiado qd vc disse q ela chegou ao seu ouvido e susurrou um segredo de agradecimento.
Pequenos atos fazem grandes pessoas, pequenos atos fazem grandes espetáculos.
Muitas vezes o q me encanta é o detalhe, q fecha com chave de ouro, um encontro, uma conversa, uma relação, um espetáculo.
Grande abraço pra ti homi.
volte.
João Nicodemos

Livia Luzete disse...

Aiii que tuudo! Mas eu tb já tive um carinmho da Elke, na primeira feira de cosmética de SP, no autógrafo. Será que foi por isso que hoje eu só uso a base Elke Maravilha??...rsrsrsr

Livia Luzete disse...
Este comentário foi removido pelo autor.